PDT-Paulista: mulheres nos espaços de poder e decisão

PDT-Paulista: mulheres nos espaços de poder e decisão
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Stéfany da Silva Siqueira – Secretária-geral | Nancione Maria da Silva – Vogal | Fernanda de Carvalho Costa Andrade – Vogal | Adriely Fernanda de Lyra Pinto – Tesoureira


A representatividade das mulheres na política, mesmo diante de avanços no que diz respeito à igualdade nos espaços de poder e decisão, ainda se encontra muito distante do desejado e os partidos políticos estão entre as instituições mais importantes para a promoção e incentivo a tal representação.

É importante lembrar que no Brasil, 52% do eleitorado é feminino e, no Paulista, esse percentual sobe para 55,21% (dados da eleição 2018). Mesmo com esses índices de representatividade, muitas mulheres ainda têm dificuldades de ocupar cargos de poder, serem eleitas ou terem voz ativa nas tomadas de decisões políticas. No Paulista, o cenário é diferente.

O diretório municipal do PDT é um dos poucos no Brasil que tem a maioria da Diretoria Executiva formada por mulheres. Dos 11 membros, seis são mulheres. Na Comissão de Ética elas também são a maioria e no Conselho Fiscal são 100%, afirmando o empoderamento feminino na legenda e na vida política da cidade.

“O PDT tem garantido a presença ativa das mulheres na legenda com poder de decisão, afirmando nosso protagonismo político. Nós temos discutido propostas que contribuem para um novo modelo de gestão municipal e que trazem na sua concepção a defesa da autonomia das mulheres nas ações e políticas públicas”, disse a Secretária Geral do Partido no Paulista, Stefhany Siqueira.

Essa participação efetiva das mulheres na vida diária do partido no Paulista vai garantir nas eleições deste ano o maior número de candidatas à Câmara de Vereadores do Município. “Nossa luta associada à visão do PDT sobre a importância das mulheres nas eleições municipais vai resultar em mais de 10 candidaturas este ano, o que será muito difícil para outra legenda chegar a esse patamar de participação feminina”, concluiu Stéfany Siqueira.

Com o fim das coligações, no ato do pedido de registro de candidaturas, cada legenda terá que apresentar uma chapa com pelo menos 30% de mulheres e garantir 30% ou mais dos recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, conhecido como Fundo Eleitoral, para financiar as campanhas de candidatas no período eleitoral.

 

Aline Cabral de Oliveira – Vogal |  Rosangela Maria Monteiro de Freitas – Secretária de Articulação Política

Brasília. 1° Encontro Nacional de Mulheres do MST