Máscaras de tecido deveriam ser produzidas e distribuídas para a população de Paulista/PE

Máscaras de tecido deveriam ser produzidas para combate ao coronavírus em Paulista/PE
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Com a necessidade de combate ao coronavírus, uma das mais importantes medidas divulgadas pelos órgãos de saúde tem sido a proteção da boca e nariz, principais vias de contaminação da doença. As máscaras cirúrgicas cumprem esse objetivo de maneira mais eficaz, no entanto, não são mais facilmente encontradas nas farmácias e lojas de materiais hospitalares em razão da grande procura. Uma alternativa à escassez do item são os modelos confeccionados com tecido para o uso pelo cidadão comum.

Desde que a pandemia começou a ganhar força no país, teve início uma verdadeira corrida à procura das máscaras comumente utilizadas por profissionais da área de saúde, o que fez com que hospitais e serviços de segurança também ficassem sem o produto. Por isso, a utilização e confecção de máscaras de tecido têm sido encorajadas tanto às pessoas que desejam reforçar a segurança, quanto àquelas que veem esta como uma forma de geração de renda.

“Vários municípios estão incentivando a produção de máscara de tecido para comprar e distribuir para a população. O prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, do nosso partido, o PDT, lançou o Todos com Máscaras, programa que vai contratar 300 costureiras, mesmo sem experiência, para produzir máscaras e distribuir para a população. Esse medida deveria ser implementada pela prefeitura aqui de Paulista/PE. A máscara caseira confeccionada com tecido, além de ser uma barreira de proteção importante contra a doença, é uma maneira de garantir trabalho e renda para muita gente”, disse o presidente da Câmara de Vereadores de Paulista, Fábio Barros.

O mais importante é a população entender que a recomendação maior continua sendo o distanciamento social. O uso do item não deve servir como incentivo a quebra da quarentena ou a aglomeração, servindo apenas como reforço nos momentos em que o contato com outras pessoas pode acontecer, na realização de atividades essenciais, como por exemplo, a ida a supermercados e farmácias.